Conheça o lixo que virou arte!

29 de abril 2015 Por | postado em "Arte, Social Design"

Elas são esculturas coloridas e algumas até em tamanho real: tartarugas, rinocerontes, baleias, leões e golfinhos. Impossível caminhar pelas praias da costa leste da África e não se encantar com tamanha beleza. E para espanto de alguns e surpresa de outros, todas são feitas de chinelo  e objetos de borracha encontrados no mar.

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Social Design: sapatos que crescem

22 de abril 2015 Por | postado em "Design de Produto, Inovação, Social Design"

Kento Lee, fundador da ONG “Because International”, sensibilizou-se com a situação de crianças africanas sem sapatos (ou com sapatos muito menores que os pezinhos) e iniciou um projeto bem legal: um calçado que pode ser ajustado até 5 números para que acompanhe o crescimento das crianças por 5 anos. Batizado de “Sapato que Cresce” (The Shoe that Grows, em inglês), o sapato é dotado de um sistema similar a uma cinta, cujos furos permitem “esticar” o tamanho e prolongar a sua vida útil, especialmente na idade em que as crianças mais crescem. Esse é um extraordinário exemplo de social design, que emprega esforço e talento na busca de soluções simples para problemas complexos.
No site theshoethatgrows.org, qualquer pessoa pode ajudar adquirindo sapatos para enviar para regiões carentes ao preço U$ 12 e U$ 30.

 

Design de produto: sapatos que crescem

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Vitória usa a camisa em ação para incentivar a doação de órgãos

16 de abril 2015 Por | postado em "Inovação, Prêmios, Publicidade"

Futebol é indiscutivelmente o futebol mais popular do Brasil e, por ser tão assistido, comentado e valorizado, pode servir como pano de fundo para discussões construtivas que interessam à sociedade. Em diversas ocasiões, temas como racismo, violência e saúde apareceram em faixas, camisas ou outras manifestações em partidas de futebol ao redor do mundo.

Hoje (15/04) o Vitória vai aproveitar o jogo que disputará pela Copa do Brasil para conscientizar os torcedores a respeito da doação de órgãos. Os jogadores entrarão em campo com uma camisa que tem o escudo removível, aplicado em velcro. Quando houver substituições no time, o jogador que deixar o campo vai retirar o escudo da sua camisa e “doá-lo” ao atleta que entrará no lugar dele. No início da partida, os reservas ficarão enfileirados ao lado dos titulares, exibindo a mensagem “Seja um doador de órgãos”, que estará estampada no lugar do escudo da camisa.

A campanha está sendo feita em parceria com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) e é assinada pela  Leo Burnett Tailor Made. Ela não é a primeira ação de responsabilidade social realizada pelo Vitória, que em 2012 incentivou a doação de sangue através da campanha ”Meu Sangue É Rubro-Negro”, premiada com dois leões de ouro em Cannes. Saiba mais sobre esse case aqui.

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Porque viver é melhor do que ter

1 de abril 2015 Por | postado em "Design Gráfico"

Dinheiro pode comprar felicidade? Uma pesquisa recente  realizada pelo professor de psicologia da Cornell University, Dr. Thomas Gilovich, indica que a forma que gastamos o nosso dinheiro pode sim nos fazer mais ou menos feliz.

Diferente do que podemos pensar inicialmente, o fato de que um objeto físico durar mais do que uma experiência (como uma viagem ou um show), não garante que o sentimento de felicidade também seja mais duradouro. Isso acontece porque o sentimento de satisfação que temos ao comprar um produto não dura para sempre. Segundo Gilovich, ficamos felizes por comprar algo novo até o momento em que nos adaptamos a ele e, por isso, ele nos aconselha a gastar mais dinheiro em passeios, aulas e outras experiências em vez de acumular mais e mais coisas. A sua pesquisa revelou que, depois de um certo tempo, a satisfação das pessoas em relação aos bens materiais que compraram diminuiu, enquanto a satisfação quanto às experiências aumentou. Como estão presente fisicamente durante mais tempo, é mais fácil adaptar-se a um bem material do que a uma experiência, que acaba se tornando parte da nossa identidade. Gilovich vai além e afirma que “nós somos a soma de todas as nossas experiências”.

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